quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Capítulo 11.

Acordei me sentindo mais leve, levantei e tomei um banho.
Preparei cereal com leite e fui comer enquanto assistia um telejornal, peguei meu celular e tinha uma mensagem do Vi me dando bom dia, o respondi logo e depois fui catar as outras.

Fui pra casa da minha mãe almoçar e fiquei lá o dia todo, a noite quando fui na padaria com a Jaqueline, o Luan passou de carro e nos viu.
- Oi Jaque, oi Malu.
- Oi Luan. - ela sorriu.
- Vou te ligar, maria luíza.
- To indo pra casa daqui a pouco. - falei.
- Então eu passo lá, mais tarde.
- Beleza.
- Luan, tira uma foto comigo?
- Jaqueline! Mais uma? Você não cansa?
- Deixa a menina, Malu. Vem cá, Jaque. - ele abriu a porta do carro e fez bico pra selfie.
- Esse bico de vocês ficou lindo. - ri dos dois.
- Claro, nós somos lindos.
- Ata. Bora, Jaque.
- Tchau, Luan. Brigada.
- Nada. - riu - Daqui umas duas horas to passando na tua casa.
- Querido, eu durmo sabia?
- Abre a porta pra mim hein. - revirei os olhos e ele foi embora, andamos mais um pouco e entramos na casa da mamãe.

- Nós chegamos juntos. - falei.
- Não, eu cheguei primeiro.
- Cala a boca. - o empurrei e saímos do elevador.
- O que você queria falar ontem?
- Ontem?
- Quando me ligou.
- Ah! Era pra contar da namorada do Nicolas.
- O que ela fez?
- Nasceu. - ele gargalhou, abri a porta e entramos em casa.
- O que ela fez além de ter nascido?
- Eles namoraram antes e ela traiu ele, o Nicolas chorou que nem bebê e quem teve que consolá-lo? Euzinha aqui.
- Mas e se ela mudou?
- Você também? Af.
- Cê tá é com ciúmes.
- Eu não.
- Tá sim. - riu.
- Eu só não quero que ele sofra outra vez por causa dela. O Nick é um príncipe e ela uma maluca!
- Foi ciúme sim. - cantarolou.
- Para. Tá com fome?
- Comi em casa.
- Eu também, mas vou comer de novo.
- Por isso que é baleia.
- É o que?
- Nada, nada. Come aí. - peguei umas bolachas e refrigerante.
- E porque cê me ligou e desligou?
- Quando?
- Ontem, Rafael.
- Eu não sei.
- Eu hein. - ri e um silêncio se instalou na sala - Ah, sabe o Vitor né?
- Que que tem?
- Ele me pediu em namoro.
- O que? Você não aceitou né?
- Ainda não.
- Você não pode.
- Por quê?
- Porque não! Eu não gosto dele.
- Cê nem conhece o Vi.
- Só por aquela maldita foto dá pra saber o que ele quer. - revirei os olhos e sentamos no sofá.
- Eu gosto dele.
- Ama?
- Não.
- Então não aceita. - parecia angustiado.
- Você ama a Ana Laura? Seja sincero.
- Não... Mas é diferente. - gargalhei.
- Eu vou ficar com o Vi. Não posso passar a vida toda esperando o príncipe encantado, pois ele não virá. - ri.
- Tem certeza que é isso que você quer?
- Tenho.
- Então né... - deu de ombros.
- E você, o que tem feito? - mudei o assunto.
- Fiquei em casa dois dias, passei o fim de semana na fazenda com a Ana e agora to aqui.
- Legal. Que horas são?
- Onze e quarenta e três. - olhou no celular.
- Queria fazer uma twittcam, mas tá tarde já.
- Se fosse nas férias era outra coisa.
- Pois é.
- Então uma foto.
- Me dá que eu tiro. - tiramos uma foto normal com cara de nada, uma sorrindo, uma fazendo biquinho triste e outra fazendo careta.
- Legenda é comigo, devolve.
- Tá bom. - mostrei a língua.
- Olha se ficou legal.
- Depois eu vejo. - ele riu - Ó, fui no shopping com a Marla e a Karielle lá em Vitória e comprei uns jogos.
- Quais?
- Assassin's Creed e Just Dance. Vamo jogar?
- Bora.
- Just Dance!
- Sério que cê vai me fazer dançar?
- Vou! Passei a tarde jogando com a Jaqueline, é muito massa. - liguei o notebook e acessei pelo celular, porque deixei o videogame lá com ela.
- Coloca uma fácil. Tipo... Sei lá... Macarena.
- Essa do Will I Am é legal, ele canta com o Jus. - revirou os olhos - Você joga primeiro la la la.
- Eu?
- Aham. Tem que jogar com o celular na mão direita, se por algum acaso você derrubar...
- Fica tranquila que eu não sou doido.
- Acho bom. Olha, vai começar, é só imitar o boneco.
- Começa devagar né?
- É, mas já acelera.
- Tá...
- Os braços, os dois braços! - ri de como ele era desajeitado - Cadê sua coordenação, garoto?
- É difícil isso, maria luíza.
- Não é não.
- Não é pra você que passou o dia jogando.
- Que chororô! Vou dançar com você, vamo.
- Agora eu quero ver.
Quando nós demos conta, o sol já aparecia na janela então mandei ele ir pra cama, com muito custo ele foi enquanto eu arrumava a bagunça que tínhamos feito na sala e na cozinha.
Entrei no meu quarto e ele estava lá, dormindo feito neném enrolado no meu edredom. Ri negando com a cabeça e peguei um dos meus travesseiros.
- Boa noite, cabeçudo. - beijei sua testa e saí encostando a porta.
Fui pro outro quarto e logo que deitei, peguei meu celular e abri o Instagram, fui olhar a tal da legenda.


- Ownn, que bonitinho. - ri, curti a foto e comentei dois coraçõeszinhos.




EVERYBODY WANNA STEAAAL MY GIIIIIRL ♫   cantem comigo, boraa jnbfjidd
Créditos da montagem: Jeane. Thanks racha ♥

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Capítulo 10.



A Ana me encheu tanto o saco que acabei aceitando vir pra fazenda e quando chegamos, como ela disse, não tinha ninguém. Só a moça que cuidava da casa.
Ficamos vendo filmes e aquilo tudo tava um saco, porque eu aceitei vir pra cá mesmo?
Logo que a empregada foi embora, ela me chamou para ir no quarto. Eu não estava nem um pouco a fim mas fui.
- Eu to com saudade.
- Ana, eu to um pouco cansado.
- Quê?
- Hoje não. Entendeu?
- Hoje não? Hoje sim! - me jogou sobre a cama.
Ela subiu no meu colo tirando minha camisa e, rápida, tirou meu cinto e desabotoou minha calça. Sentou sobre meu pênis e começou a rebolar, insinuativa. E assim não tem como alguém conseguir resistir! Ainda mais eu, que to na seca faz algum tempo. Pode até parecer mentira mas não é.
- Tira a roupa, Ana Laura.
- Mudou de ideia? - sorriu com malícia.
- Cala a boca e tira essa roupa, logo.
Sem muitas preliminares, quando ficamos completamente nus, coloquei uma camisinha e rapidinho a penetrei. Ela gritava, gemia e arranhava com força minhas costas.
- Vai...
- Era isso que você queria? - assentiu fechando os olhos.
Ela gozou me apertando, tive que segurar pra não vir também e, saí de dentro dela. A danada sorriu sapeca e abocanhou meu membro, sugando e chupando. Puxei seus cabelos e a guiei com o vai e vem.
Meu celular tocou na mesinha de cabeceira, o peguei, desligando-o em seguida. Ver a foto da Malu ali na tela me desconcentrou totalmente. Travei.
- Eu não fiz tudo. - ela reclamava enquanto eu levantava.
- Já tá bom, tá bom.
- A gente não terminou, volta aqui. Quem foi que te ligou?
- Não interessa, Ana.
- E você vai ficar desse jeito?
- Eu resolvo isso no banheiro.
- Posso ir junto?
- Qual a diferença de aqui ou lá? Eu resolvo isso.
Ouvi ela bufar e entrei no banheiro fechando a porta, resolvi meu probleminha e tomei um banho gelado. Antes de sair, mandei um whats pra Malu que me respondeu logo, dizendo:
"Não foi nada. Vai aproveitar sua folga, vai."
"Quer conversar? Aconteceu alguma coisa?"
"Não, estou bem. Vai lá com a sua namorada, ela deve estar te esperando..."
"Tá tudo bem mesmo, não é?"
"É! Kkkk vai lá.  xo"
"Tá achando que eu sou galinha, maria luíza?"
"HAHAHAHAHA seu trouxa! Tchau, beijos."

Ela quer conversar sim, aconteceu alguma coisa. Ela não ligaria se não fosse "nada".
Saí do banheiro e me vesti, sendo observado pela Ana. Deitei na cama e no mesmo instante ela levantou, entrou no banheiro e bateu a porta. Revirei os olhos e liguei a televisão, deixei num filme e peguei meu celular, fiquei pensando se ligaria ou não pra Malu.
- Vai jantar comigo ou prefere resolver isso sozinho também?
- Desculpa se fui grosso com você.
- Tá. - selei nossos lábios e descemos pra jantar.




* MALU NARRANDO *



Hoje o Nicolas apresentou a tal namorada pra gente, mas todo mundo já conhece a peça. Não foi um jantar, como ele queria, foi um almoço na casa da mamãe e até que foi tranquilo, usei muito bem a educação que minha mãe me deu. Já a Jaque, fez questão de mostrar que não gostou muito da "nova integrante da família". Adoro essa pirralha.
Liguei pro Luan pra contar mas ele desligou, e depois me mandou mensagem se desculpando.
O Vitor ligou me convidando pra jantar, lógico que aceitei. Ele vem me buscar e vamos ao Paris 6, eu acho.
- Você está maravilhosa.
- Obrigada. - ri.
- Podemos ir?
- Am, claro. - tranquei o apartamento e saímos.

Pedimos nossos pratos e ficamos conversando bobagem até eles chegarem, comemos entre boas risadas. A companhia dele é muito agradável.
- Quer pedir sobremesa?
- Ai Vi, to fazendo uma dietinha. - fiz careta.
- Não precisa, Malu.
- É que tenho indo a muitos rodízios e esqueço de malhar. - ele riu - Acho que vou pular a sobremesa.
- Só hoje vai, por favor? Cê não vai me fazer essa disfeita hein.
- Nossa, eu como então. - rimos - Pode pedir.
- Não quer escolher?
- Hoje você escolhe.
- Humm. - estreitou os olhos.
- Olha a mente poluída!
- Eu? Nunca. - ri negando com a cabeça.
Ele chamou o garçon e lhe disse qual seria nossa sobremesa, nem me deixou saber. Depois me pediu licença dizendo que ia ao banheiro. Foi só ele sair que meu celular começou a tocar em cima da mesa, era o Luan. Quando peguei pra atender, a ligação caiu.
- No segundo toque? Eu hein. - ri sozinha. E fiquei batucando as unhas na mesa enquanto esperava o Vitor.
- Demorei?
- Não. - ri e ele pegou minha mão.
- Cê sabe que eu não sou de ficar de mimimi então vou mandar a real, tá? - assenti - Te conhecer foi a melhor coisa que me aconteceu de uns tempos pra cá. Deixa eu te namorar?
- Nem sei o que dizer. - ri - Eu to sempre longe, você aceita isso numa boa?
- Claro, é seu trabalho. Eu entendo. - sorri - Te dou um tempo pra pensar, se quiser.
- Antes de viajar eu te falo. - assentiu.
Nossa sobremesa foi um brownie de chocolate maravilhoso, tinhas uns morangos, doce de leite... Um delícia, quase pedi outro.
Saímos do restaurante e fomos logo pro carro, caia uma chuvinha fina.
- Gostou da nossa noite?
- Muito. - entrelacei nossas mãos e ele sorriu me dando um beijo na bochecha.
- Quer ir pra casa agora?
- Não...
- Perto do hospital tem uma praça bem bonita, quer ir lá?
- Se meu pai me vê vai ter um ataque. - rimos.
- Se esse é seu medo, não tem nenhuma chance, é um pouco antes. - riu.
- Então vamos.
- Coloca o cinto, princesa. - revirei os olhos e fiz, ele riu.
A praça era linda, iluminada e movimentada mesmo sendo quase onze da noite. Fomos de mãos dadas até o balanço e de lá, observamos a vida passar. Algumas pessoas faziam caminhada, umas crianças corriam, outras jogavam bola...
- Que sono. - bocejei.
- Quer que eu te leve agora?
- Quero. - fiz bico e ganhei um selinho, ri.
Caminhamos abraçados até seu carro, e na porta do meu apê, nos despedimos com um beijo demorado.
- Obrigado por hoje.
- Não precisa agradecer, bobo.
- Boa noite, princesa. - beijou minha mão.
- Boa noite.
- Tchau. - piscou - Posso te ligar amanhã?
- Pode. - falei rindo e ele entrou no elevador.
Fechei a porta e me joguei no sofá, rindo toda besta. Eu mereço ser feliz e me sentir amada, porque não tentar com o Vi? Ele é lindo, me trata bem, entende meu trabalho e é de família.





Não postei domingo porque eu saí, esqueci de avisar aqui né? Eu bem que tentaria postar todo dia, mas as aulas vão começar, fica complicado pra mim :(
Há um problema: acho que não to conseguindo escrever do jeito que imaginei, e to tendo uma leve impressão que a Malu parece uma puta indecisa. Só eu que acho isso?

Tchaaau, beijos 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Capítulo 9.

Primeiramente gostaria de declarar que não gostei desse capítulo.
"AH MEU DEUS ELA QUER ATENÇÃO, ELA QUER ELOGIO!" Não.
Tipo claro, todo mundo gosta de ganhar elogios né? Mas não é isso.


(...)

A cada dia que passava eu e a Malu ficávamos mais próximos, tínhamos intimidade pra conversar sobre qualquer coisa. Depois de dois meses e meio rodando o Brasil com a turnê nova, somos tipo confidentes. E agora ela só vive falando nesse "Vi", o carinha das fotos. É Vi pra lá, Vi pra cá e eu tendo que escutar ela falando do quão fofo ele é, de como foi engraçando quando eles se conheceram no hospital e blá blá blá. To pouco me fodendo pro que ele faz ou deixa de fazer, desde que não seja com ela.
- Eu nem acredito que vou pra casa. - falou.
- Já quer ficar livre de mim né?
- Lógico! To com muita saudade da minha mãe, do papai, do Nick, da Jaque e da Hermione também. - riu.
- Eu vou na sua casa encher seu saco.
- Tá bem... Só não esquece de fazer o que eu disse, ok? - suspirei.
- Ok.
- Cê já arrumou suas coisas?
- Não.
- Vamo lá, eu te ajudo. - disse fechando a sua mala.
- Que fofa.
- Me pague mais por isso.
- Opa, aí não.
Fomos pro meu quarto e eu me joguei na cama enquanto ela arrumava minha mala e assim que terminou, sentou do meu lado e mudou o canal da televisão.
- O Pernalonga, o Patolino, o Taz e a Lola vem. - cantava a musiquinha de abertura do desenho.
- A Malu é tão fofinha. - apertei sua bochecha e ela gargalhou.
- Para com isso. E é o Piupiu que é fofo.
- Cê nem imagina o quanto.
- Luan! - me deu um tapa enquanto eu ria - Cala a boca, começou.
- Mas é um neném essa menina, vem cá, vem.
- Saaai.
- Coisinha chatinha.
- Você que é.
- Devia ter uma lei te proibindo de fazer manha, sabia?
- Nada a ver. Por quê?
- Porque dá vontade de te beijar.
- Ah... Eu vou no meu quarto ver se esqueci alguma coisa.
- Não foge assim, Malu. Eu gosto muito de você. - segurei sua mão.
- Eu também gosto de você, é meu amigo. Eu volto pra te chamar na hora de irmos tá? - levantamos e a levei até a porta.
- Malu.
- Oi? - lhe roubei um selinho.
Pelo menos dessa vez ela riu depois do susto, pensei. Sorte que não tinha ninguém no corredor. Pense numa coisa ruim de ouvir, o tal do "gosto de você... Mas como amigo."

Na volta pra casa ela foi longe de mim, e foi embora sem falar comigo. O Nicolas já estava a esperando no aeroporto quando chegamos.
E, assim que pisei dentro de casa ouvi a voz da Ana Laura.
- Meu amor! Vim ficar com você. - lhe agarrei ali mesmo no meio da sala e a beijei. Tentando fazer minha cabeça acreditar que eu só encanei com a Malu porque sentia falta dela.
- Tava com saudades de você, linda.
- Eu também.
- Quer jantar comigo hoje? Escolhe o lugar que você quiser.
- Sério?
- É uai. - ri.
- Eu te mando por mensagem tá? Vou no salão.
- Não precisa né? Mas tudo bem. - lhe beijei outra vez e ela saiu rebolante.
- Filho? Que foi hein? - minha mãe chegou na sala me olhando com uma sobrancelha arqueada.
- O que?
- Tá estranho...
- É impressão. - nos abraçamos - Tava morrendo de saudade. Como a Senhora tá?
- Agora bem melhor. - ri e beijei seus cabelos - To te achando mais gordinho. Você sempre volta mais magro.
- É a Malu. - revirei os olhos.
- A Malu? Que ótimo. - sorriu - Fiz bolo de laranja, cê quer?
- To sem fome, mamusca. Eu vou jantar com a Ana hoje tá?
- Eu ia fazer o que você gosta... Mas deixa pra outro dia.
- Amanhã eu prometo que passo o dia com a Senhora.
- Vou cobrar viu?
- Pode cobrar, mãe.
- Agora vai lá, sobe com essa mala e toma um banho.
- Sim senhora.

- Lu, já que você tá de folga esses dias. Vamo pra fazenda comigo? - a Ana perguntou. Tínhamos acabado de fazer nossos pedidos, ela escolheu um restaurante bem chique, cheio de vidro.
- Quando?
- Depois de amanhã.
- Vou ver e te falo.
- Vamos vai? Imagina só nós dois naquela casa... - senti seu pé na minha perna por baixo da mesa - Papai viajou.
- Tenho que falar com a Malu ou com o Rober pra saber se vai ter alguma coisa aqui esses dias. - ela suspirou.
- Ok. Mas e aí, como que tá os shows?
- Nada de anormal. - ri.
- Ah, semana passada eu tava no shopping e
- Me conta uma novidade, Ana Laura. - rolei os olhos.
- Posso continuar? - cruzou os braços.
- Pode, pode. Desculpa.
- Uma garota maluca disse que você não me ama, que eu não te mereço e que você devia ficar com a... Aquela menina do escritório. A... Malu. - engasguei de leve.
- A Malu?
- É! Onde já se viu? Malu, Malu... Meu Deus, até parece. - arrumou o cabelo.





Então quer dizer que não errei, né Dayane? Hahahaha
Aí eu abri o blogger e esqueci que hoje tinha um último PBF na Tang, tive um surto básico pra variar e quase derrubei o teclado e o mouse no chão no desespero de abrir o site, ainda perdi o comecinho </3
Não tem nada a ver com a fic né? Mas eu falei assim mesmo ksksks
Beijos ♥

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Capítulo 8.




A festinha foi top e rolou até duas e pouca da madrugada. Dancei muito e até bebi um pouco demais. O pessoal era bem legal, e eu já conhecia a maioria.
Acordei com uma bela dor de cabeça, fiz um café forte e só aí lembrei que tenho que viajar hoje e que ainda não tinha arrumado minhas coisas. AI MEU DEUS!
Tomei um banho e arrumei minha mala rápido, fiz uma maquiagem pra esconder as olheiras e coloquei um óculos escuro. Comi uma maçã e fui no outro quarto pra acordar o Nick.
- Acorda, garoto. - abri as janelas.
- Só mais cinco minutos.
- Eu tenho que ir pro aeroporto. Vai, levanta.
- Cadê seu bom humor?
- Foi pisoteado. Levanta que quem vai me levar é você.
- Espera eu tomar banho pelo menos?
- Meia hora. - disse e saí do quarto procurando o celular.
Ele estava desligado e quando o liguei, tinha duas mensagens do Rober, uma do Luan e uma do Vitor.
Respondi primeiro as do Rober e a do Luan, disse que os encontraria na pista do jatinho. E depois respondi a do Vitor, marcamos de nos encontrarmos quando eu voltasse.



- Qual que é a do óculos escuro? - o Testa perguntou quando me aproximei deles.
- Ressaca. - o Luan respondeu sem paciência.
- Parece que vai chover então é melhor irmos logo. - o piloto avisou.
- Tchau Nick. - o abracei.
- Tchau, Malu. Se cuida e qualquer coisa me liga.
- Aham.
- Tchau pessoal.
- Tchau, Nicolas. - o Rober o respondeu, ele me deu um beijo na bochecha e foi embora.
- E que bicho mordeu esse menino?
- Não sei. Mas e aí, é ressaca mesmo?
- É. - revirei os olhos e ele riu.
A banda já tinha ido na frente, aí no bicuço só iria eu, o Luan, o Rober e o Well, e a tia Arleyde.
Sentei logo numa poltrona e fechei os olhos pra descansar.
- A noite foi boa né? - perguntou irônico.
- O que é? E quem te disse que eu saí ontem?
- Todo mundo sabe que você saiu ontem. - soltou o celular no meu colo e eu o peguei, abriu numa coluna de um ser fofoqueiro.
Falava que eu estava numa festa com meu irmão e blá blá blá, "aproveitou muito bem a noite" e tinha uma foto minha beijando o Vitor, a mão dele tava num lugar não muito apropriado, só pra constar.
- Que filha da mãe. - ele soltou um risinho - Alo-ou! Nem famosa eu sou.
- Tá sempre comigo, também vão ficar atrás de você.
- Mas que porra. - bufei e lhe entreguei seu celular.
- Quem era o cara?
- É sério isso? - ri - Não me enche, eu realmente preciso dormir. Ou você quer saber mais alguma coisa?
- Dorme, maria luíza. Dorme.




* LUAN NARRANDO *



Eu fiquei irritado, claro. Mas não entendi direito o motivo.
Tava só olhando o Twitter e vi um link circulando, fui ver e era ela beijando um cara. Tá, eu sei que não tenho nada a ver com a vida dela mas poxa, eu achei que ela tinha sentido alguma coisa quando a beijei. Pois eu senti, senti vontade de beijá-la outra vez.
A Ana Laura tá distante, fria e quando nos encontramos é só sexo. E mesmo com as patadas frequentes, a Malu me dá carinho.


Talvez eu só esteja carente, aí confundo tudo mas eu não sei. Não sei o que fazer.
Na poltrona ao lado, ela dormia inquieta com a respiração pesada. Ajeitei seu travesseiro e segurei sua mão, sorri e fiquei acariciando seus dedos.


Acordei com o Rober avisando que a chuva tava forte e o piloto achou melhor pararmos no meio do caminho, tínhamos pousado em Anápolis-GO. Ele riu e eu segui seu olhar, parando na minha mão.
- Luan, Luan...
- É que ela tava se mexendo muito, acho que era um pesadelo.
- Ok, não precisa me explicar nada. Acorda ela, um carro vem nos buscar pra levar pro hotel que tem na cidade. - assenti e ele voltou pra onde estava.
- Ei, pequenininha. A gente chegou.
- Chegou? - falou sonolenta e de olhos fechados.
- Mais ou menos, paramos aqui nesse lugar que eu não sei exatamente onde é. - ela riu - Por causa da chuva. Tá chegando um carro pra levar a gente pro hotel. - ela viu nossos dedos entrelaçados e ficou com as bochechas vermelhas.
- Eu tenho que ajudar a resolver isso, não posso dormir enquanto todos trabalham. - falou obvia.
- Ei, calma.
- Fica aí, patrãozinho. - ri assentindo e ela levantou coçando os olhos.





Adivinhem quem não morreu no dentista hoje? EEEEEEEEU!
É, eu tenho medo. Qual problema, Brasil? Enfim, só vim postar hoje pelo tanto de dias que fiquei sem postar, sou um amor.
Gente, deixa eu confessar aqui, tenho mó medo de falar de cidades que não conheço e escrever alguma coisa errada, na maioria das vezes dou uma pesquisada antes mas hoje não deu, a preguiça foi maior hshbvikso  mas se vocês acharem coisa errada podem falar viu? Falem mesmo.




Beijocaxx ♥

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Capítulo 7.




O Nicolas chegou e eu pedi comida pra gente enquanto ele tomava banho.
Depois, sentamos no sofá com um pote de jujubas de iogurte.
- O que cê quer falar? Tava tão animadinho. - ele sorriu.
- É que eu vou pedir a Fany em namoro e
- Fany? Que Fany? Não vai me dizer que é a Verdelli, pelamor.
- É a Stéfany sim.
- Nicolas! - quase gritei.
- Que que é?
- Você é trouxa, garoto.
- Eu a amo e tudo foi um mal entendido.
- Ela te traiu, seu otário... Nicolas, eu vou bater na sua cara!
- Não fala assim comigo, sua idiota. Eu sei o que eu quero, e eu vou ficar com ela.
- Depois se ela te por outro chifre, não venha chorar no meu colo. - dei de ombros.
- Puta que pariu, Malu! Deixa de ser chata, ela mudou e todo mundo merece uma segunda chance.
- Se você acha, meu bem. Posso fazer nada.
- Eu quero saber quando cê vai estar aqui em Sampa de folga de novo, quero fazer um jantar pra apresentar ela como minha namorada a nossa família e, queria você lá. - suspirei.
- O que você não pede sorrindo que eu faço chorando? - ele riu e me abraçou apertado.
- Obrigada tá?
- Tá, tá. Agora me larga. - o empurrei e ele mostrou a língua.
- Quando eu ficar sabendo de uma folga, te aviso.
- Beleza. E você, o que queria contar?
- Am... - mordi os lábios - É que o Luan me beijou.
- Beijou? Quando?
- Ontem, aqui em casa quando ele tava indo embora. - ele me olhou, parecendo me analisar.
- E o que você tá sentindo? Que que tá passando nessa cabecinha?
- Eu não sei. - suspirei.
- Deita aqui, pirralhinha. - dei um meio sorriso e deitei minha cabeça em seu colo.
- Ele é meu patrão, Nick... E o pior, tem namorada. Eu não sei nem como vou olhar pra ele... Vou pedir pra voltar pra Central.
- Ele te disse alguma coisa?
- Tentou se explicar mas eu não quis ouvir. Foi errado.
- Posso dizer a real?
- Pode.
- Mesmo eu não gostando nem um pouco disso, eu acho que ele até gosta de você.
- Não, claro que não. Ele devia só estar carente, só isso. Ninguém se apaixona tão rápido.
- Fazem quase quatro anos que vocês se conhecem, Malu.
- Mas não importa, ele sempre vai ser só o Luan. Meu patrão. - a campainha tocou.
- Esperando alguém?
- Não. - levantei - Vou ver quem é.
- Boa tarde, dona Malu. Chegou pra você.
- Ah! Boa tarde, seu Valter... Obrigada.
- Por nada. Vou voltar pra portaria. - ri.
- Bom trabalho. - agradeceu com um aceno de cabeça e eu fechei a porta.
- Flores? - arqueou uma sobrancelha - Quem era?
- O seu Valter. - sentei no sofá de novo. Era um lindo buquê de rosas amarelas - Deixa eu ver quem mandou.

"Não sei se são as suas preferidas mas foi com muito carinho. Desculpa por ontem...
Te vejo amanhã, ou cê desistiu de viajar com a trupe? Diz que não, por favor. Luan." 

- Huum, que sorrisinho é esse?
- São dele. - joguei o cartão em seu colo e fui na cozinha pegar um vaso pra colocar as flores - Ele não devia ter feito isso, só fode mais a minha cabeça.
- Como alguém pode ser tão centrada e objetiva em tudo, e ser tão confusa e bobinha quando o assunto é o coração?
- Eu sou assim desde sempre né? - riu assentindo.
- Desde quando "amou" o Joca na quarta série. - gargalhei.
- Certas coisas nunca vão mudar.
- Pois é. Cê já viu ele mandando flores pra namorada ou pra outra pessoa?
- Raras vezes, no começo do namoro.
- Eu sou homem e sei como somos, ele se importa demais com você e com o que você pensa dele.
- Cala a bocaaa.
- Ou ele gosta de você ou eu não sei mais de nada nessa vida.
- Chega dessa ilusão! Vamos comer jujuba. - ele riu e colocamos um filme.
- Hoje vai ter uma festa na Wood's, sabe o Heitor? - assenti - Aniversário dele, bora?
- Na Wood's? - fiz careta.
- É, vamo? Vai ter outros caras lá, não que eu quero que você saia beijando todo mundo, mas é legal conhecer gente nova.
- É óbvio que eu não vou sair beijando todo mundo! - lhe dei um tapa na cabeça - Pessoal do hospital?
- Também. Bora?
- Conhecer gente nova... Vamos.
- Venho te chamar de sete horas, começa às oito.
- Tá. Tenho que escolher uma roupa ainda.
- Nada curtinho demais, tem que ser abaixo do joelho e sem mostrar a barriga.
- Vou fingir que nem ouvi tá, Nicolas?





Olha quem voltoooooooou : ))
Tava sem internet, e avisei logo as meninas no grupo, se quiser entrar, deixa o número com ddd aqui nos comentários ou manda no twitter, flw? ( @luanvoacomosfly )
Coloquei em negrito o tempo que eles se conhecem pra ficar bem destacado pra vocês, sacam? Aqui ficou parecendo que foi muito rápido mesmo, só que a fic não começou quando eles se conheceram la la la e eu coloquei um " (...) " no início, quer dizer que já havia alguma coisa. Não sei se consegui ser clara o suficiente mas qualquer dúvida, perguntem ok?
Beijos!

sábado, 17 de janeiro de 2015

Capítulo 6.



Saímos da piscina pra comer, vesti logo meu short e fiquei só com a parte de cima do biquíni. Subimos no quarto da Bruna, ela ia pegar o bronzeador e eu aproveitei pra pentear os cabelos.
- Quando chegar em casa, faço hidratação.
- Ah mas se quiser, pode ir no meu banheiro.
- Não precisa, Bru. Obrigada.
- Então tudo bem.
Quando descemos a Marla havia acabado de chegar, e o Rober já estava lá. Aos poucos foi chegando gente e mais gente. O Mariano, o Zezé, a Joana, o Sorocaba, a Ju, o Douglas, a banda, algumas pessoas da Central...
Como é de praxe, os cantores se juntaram pra tocar umas modas. Gravei algumas partes e postei no Insta pra meninas verem.
- Luan, é melhor ir devagar na bebida. Come alguma coisa.
- Eu to ótimo, Malu. Fica tranquila, é uma festa.
- Quem bebe muito não aproveita a festa, faz merda e ainda esquece tudo.
- Tá... Relaxa, mamãe. - revirei os olhos.

A farra foi boa e comida não faltou, minha barriga que o diga. Era quase meia noite quando os últimos foram embora, eu tava tão avoada que nem percebi o tempo passar.
- Nossa Bru, olha a hora! Tenho que ir.
- Cê não tá de carro?
- Não, vou chamar um táxi.
- Uma hora dessas? Não é muito confiável, uma moça sozinha. - a dona Marizete disse.
- O Luan te leva, Malu.
- Não precisa, seu Amarildo.
- Não precisa o que? - ele entrou na cozinha com o celular na mão.
- A Malu tá querendo ir pra casa de táxi.
- Sozinha? De jeito nenhum! Bora, eu te levo em casa.
- Cê bebeu.
- Estou sóbrio, maria luíza. Bora simbora.
Me despedi de sua família e agradeci pelo dia maravilhoso. Ele pegou o carro e saímos.
Como era perto, fomos só nós dois mesmo.
- Eu sei que não é da minha conta mas cê tava falando com quem no telefone? Voltou com uma carinha tão coisada.
- Era a Ana... Ela tá estranha. Mas eu não quero falar disso.
- Ok! - ergui as mãos.
- É só que eu não quero falar agora mas é bom saber que posso contar contigo, Malu.
- Claro que pode, se precisar to aqui. - sorriu - Pode ligar, mandar whats, viber, sinal de fumaça, ir lá em casa... Menos quando eu estiver dormindo.
- Como eu vou saber? Tu só dorme, muié. - rimos.
- Poxa, falar nisso, eu podia ter ido pra casa da minha mãe né?
- Agora já era. - ele riu e entramos na garagem do meu prédio. Pegamos o elevador até o quarto andar.
- Cadê minhas chaves? - perguntei enquanto as catava na bolsa - Achei.
- Então está entregue, sã e salva. - rimos.
- Cê não vai entrar?
- Tava esperando o convite. - ri negando e fechei a porta.
- Quer alguma coisa? Um suco, água?
- Aceito a água.
- Então pega aí. Eu vou tomar banho.
- Quer ajuda pra esfregar as costas? - estreitei os olhos.
- Não, panaca. - ele riu.
Fui pro quarto e larguei a bolsa na escrivaninha, entrei no banheiro e tomei uma ducha quente.
Vesti uma um pijama um pouco maior pelo fato de ter visita, calcei minhas pantufas e soltei o cabelo.
- Olha que lindinho, um panda. - apontou pro meu pé.
- Muito fofinho, eu sei. Tá com fome? Vou fazer miojo de copo.
- De copo?
- É, quer ou não?
- Tá, quero. - coloquei água pra ferver, abri a geladeira e só achei refrigerante.
Três minutinhos depois ficou pronto, sentamos no balcão da cozinha e comemos. Escovei os dentes e ele disse que ia pra casa, tava bem tarde.
- Cuidado na volta, tá?
- Tá. Brigado pelo miojo de copo. - rimos.
- Não tem por onde. - ele riu e nos abraçamos. Eu gosto de abraçá-lo.
- Amanhã não tem nada pra fazer, folga né? - assenti e senti ele fungar em meu pescoço, me encolhi arrepiada e ele riu.
- Cê gostou do perfume? - brinquei.
- É muito gostoso. - seus olhões começaram a me encarar. Opa.
- Boa noite, Luan. Tchau.
- Boa noite, Malu.
- Já pode me soltar.
- Cê fica linda assim vermelhinha, sabia?
- Ou, para com isso.
- Shh. - seu polegar acariciou minha bochecha. Wtf, bitch?
Meu coração batia descompassado, ele estava aparentemente nervoso e sorriu pra mim antes grudar nossos lábios, um beijo cheio de pressa e ao mesmo tempo suave. Eu simplesmente não tinha forças pra sair dali, nem raciocinar direito eu conseguia.
- Jesus... - coloquei minha mão na boca - Melhor você ir pra casa agora.
- Malu, espera. - segurou meu braço - Eu não consegui segurar, eu g
- Não precisa explicar nada. Vamos fingir que nunca aconteceu.
- Vai ser como você quiser. Só não se afasta de mim, por favor.
- Nunca! Nunca. - o abracei por impulso e ele beijou meus cabelos.
- Tchau, pequenininha.
- Tchau. - sorri de lado e ele foi, esperei até que a porta do elevador fechasse.
Agora alguém pode me explicar que porra foi essa? Eu podia ter empurrado ele mas não, deixei ele me beijar. Ah cara, quem resistiria àquele homem que atire a primeira pedra!
Isso foi errado, totalmente errado e agora eu não sei com que cara vou olhar pra ele. Podia ser tudo simples: nada aconteceu, está tudo igual. Nada vai mudar.
ACONTECE QUE EU SOU UMA PESSOA COMPLICADA!
Em meio a discussão com meu sub-consciente, acabei dormindo no sofá e acordei com uma puta dor nas costas.
Liguei pro Nick e falei que queria conversar, ele disse que também queria conversar comigo e parecia bem animado. Me chamou pra almoçar num restaurante, mas eu insisti pra ele vir aqui em casa. Vontade de me arrumar pra sair: zero.





RÁ! EU DISSE QUE VIRIA.
Eu não sei se isso foi meio precipitado, mas gostei do resultado. Agora quero saber se vocês gostaram ok?
Agora vou indo me arrumar porque mais tarde tem festinha, beijocas!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Capítulo 5.


* MALU NARRANDO *

( duas semanas depois )


Tava de boinha no sofá vendo desenho quando meu celular começou a tocar. Era o Luan, revirei os olhos e atendi.
- Churrasco em plena segunda feira?
- Pra comemorar, e cê tem que vir.
- Ai, eu to cansada.
- Nem inventa, maria luíza! A mãe falou que quer você aqui.
- Preguiça. - fiz manha.
- Nada disso e ó, a Bruna disse pra trazer biquíni.
- Quem vai tá aí?
- Ah, muita gente. Por quê?
- Ficar de biquíni no meio desse povo todo me deixa um pouco desconfortável.
- E na praia cê usa o que? Burca? - ri.
- Tá, você venceu. É pra chegar que horas?
- Pode vim já.
- Já? São dez e meia ainda.
- Mas já pode vim. Daqui a pouco todo mundo chega.
- Ok, eu vou me arrumar. Tchau, beijos!
- Até mais. - desliguei.
Esse fim de semana foi muito puxado, foram as apresentações do show novo para o público. E pelo que eu ouvi e vi, eles gostaram bastante, como era esperado.
Me arrastei até o banheiro e tomei um banho frio pra despertar, me vesti bem simples e claro que coloquei um biquíni, água é comigo mesmo.

Fui de táxi até a casa da minha mãe, tava com preguiça de dirigir.
- Oi filha.
- Oi mãe. - beijei sua bochecha - Tem o que pra comer nessa casa?
- Não tomou café? - colocou as mãos na cintura.
- Não... Eu pretendia dormir o dia todo.
- Pra cozinha agora, anda. Vai comer.
- Tá bom, mãe! - ri e fui pra cozinha.
Fiz um sanduíche e peguei suco de caixinha na geladeira, comi e fui escovar os dentes.
Voltei pra sala e me joguei no sofá.
- Cê veio pra cá por quê? - a Jaque perguntou.
- Tem festinha na casa do Luan.
- Eu posso ir?
- Não. É festa de adulto.
- Af. - cruzou os braços.
- Cadê o papai? E o Nick?
- No hospital, ainda não chegaram.
- Ah. Mãe, me empresta o protetor solar? Eu esqueci de passar em casa.
- Vai no quarto e pega, leve ele com você.
- Tá aonde? Perto dos cremes? - ela assentiu.
Depois que passei o protetor, me despedi delas e fui pra casa do Luan. Morrendo de vergonha por chegar sozinha mas ok.
Toquei a campainha e esperei até sua mãe vir me atender.
- Olha quem chegou! - ri.
- Bom dia, dona Marizete.
- Bom dia, querida. Vamos, entre.
- Obrigada.
- O Luan tá perto da churrasqueira com o pai e a Bruna está lá no quarto dela.
- A Senhora precisa de alguma ajuda?
- Não, não. Pode ir aproveitar. Vou te levar na Bruna, vem. - ri e fui a seguindo.
- Ah mãe! To indecisa em qual usar.
- Chegou alguém pra te ajudar.
- Oi Bru.
- Malu! Que bom que você veio. - nos abraçamos.
Daí pra frente foi só conversa e risada, muito blá-blá-blá. A ajudei a escolher seu biquíni e lhe mostrei o meu, que era todo azul com uns detalhezinhos vermelhos.
- Eu não sei se vou ficar muito a vontade. - ri.
- Então vamos aproveitar agora que não tem ninguém.
- Não chegou ninguém?
- Não, só lá pra uma e meia, duas horas.
- E porque o cabeçudo do seu irmão me disse pra vir tão cedo?
- Aí cê pergunta pra ele. - riu - Vamos.
Descemos e fomos para onde eles estavam, a Bruna logo se esticou numa cadeira e eu fui falar como o Amarildo.
- Trabalhou bastante esse fim de semana, não é?
- Ô! - ri - E o melhor é que as fãs amaram o novo show, todo mundo tá de parabéns.
- Mais um motivo pra comemorar então.
- Com certeza.
- Mas não é que ela chegou cedo. - o Luan disse vindo em minha direção - Pensava que ia se atrasar.
- Eu não sou você, tá? - me abraçou de lado e deixou um beijo em minha testa.
- Azar o seu.
- Como é convencido, meu Deus. - rimos.
- E aí, não vai cair na piscina?
- Quem sabe mais tarde. Cadê a Ana? - estranhei.
- Ela falou que não podia vir. - deu de ombros. Ela só veio no primeiro show, o de sexta e depois foi embora. Ou ela tá maluca ou então... Melhor deixar em off.
- Ata.
- Cê quer beber alguma coisa?
- Tá cedo demais, nem comi direito ainda.
- Tá vendo aí que menina responsável. - seu pai disse colocando as carnes na churrasqueira.
- Por isso que ela trabalha comigo. - apertou minha cintura - Fiquei sabendo que tem gente querendo te levar de mim, mas já deixei bem claro que a maria luíza é minha.
- Sua? - ri - Quem que era? O Lucas? Se fosse ele eu ia viu.
- Ia pra canto nenhum. Cala a boca e come. - enfiou uns salgadinhos na minha boca.
- Ei! - reclamei com a boca cheia e ele riu.
Sentei na espreguiçadeira ao lado da que a Bruna estava, só que na sombra.
Ficamos conversando e depois entramos na água.
- Cê tem tempo de malhar?
- Agora não mais. - ri.
- E como que cê deixa tudo durinho? E as celulites, gente? Cadê?
- Eu me alimento direito desde pequena, claro que eu como muita besteira mas tem um "equilíbrio". Faço treino funcional em casa, e pulo corda.
- Só de pensar em academia dá preguiça, mas tenho que cuidar do meu corpinho né?
- Ainda mais quando se é atriz. Eu posso até estar exagerando, mas acho que uns oitenta e cinco por cento de tudo é aparência.
- O pior é que é verdade.
Fomos surpreendidas por uma baleia pulando na água.
- Que susto hein, idiota.
- Tavam falando do quê aí, posso saber?
- Não. Coisa de mulher, Pi. Né Malu? - piscou e eu assenti.
- Coisa de mulher.
- Aposto que tavam falando de homem. To de olho nas duas, viu?
- Larga a mão de ser chato. - joguei água nele.
E foi o que bastou pra começar uma guerrinha entre nós três.





No momento estou bem chorosa, hoje (13) tá fazendo um mês que eu abracei meus meninos...
"o passinho do romano" hahahah graças ao Caíque nunca mais vou esquecer essa bosta, um dos melhores dias da minha vidinha toda ♥  Quando saí do meeting liguei pro meu pai, chorando pra caraca. Eu só lembro de ter falado "eu acho que eu vou morrer" e ele começar a rir, algum ser desse universo deveria ter gravado essa ligação na moral hahahahah. Mas vou parar de falar antes que eu chore outra vez.
E sobre o grupo no viber, deixem seus números com ddd e nome aqui nos comentários ou me mandem no twitter. ( @luanvoacomosfly )

Beijocas choradas :' )

sábado, 10 de janeiro de 2015

Capítulo 4.


* LUAN NARRANDO *


Depois do show viemos pro hotel, a Ana dormiu comigo e quando acordei só tinha um bilhetinho seu:

" Cachorrinho, fui pra casa pois papai me ligou. Ele está um porre esses dias. Me liga.
Beijos! Ana."

Era umas dez e pouca da manhã quando a Malu bateu na porta do meu quarto, dizendo que ficaríamos de 'folga' por hoje e viajaríamos pra Minas Gerais na manhã seguinte.
- Acho que vou passar o dia inteiro dormindo. - ela riu.
- Mas cê dorme, hein muié.
- Não tem nada pra fazer. Aí eu durmo. - deu de ombros e eu ri.
- Bora jogar comigo então?
- O que? Baralho? Uno? Ou dominó?
- Que dominó o que! A gente vai jogar videogame.
- Hum, e cê tem que jogos aí? - sentou na cama.
- Deixa eu olhar aqui, espera.
Abri uma maletinha onde guardava os cd's de jogos e dei pra ela escolher enquanto conectava o videogame na televisão.
- Olha, tem gta.
- E cê joga é?
- Com o Nicolas.
- Então vamo esse?
- Vamo.
Sentamos no chão e começamos a jogar. Essa menina é toda desesperada, ela grita e conversa com os cara do jogo, como se fossem a responder. Até parece que quem tá tomando tiro é ela.
- Calma, sua louca. - falava rindo.
- Eu não gosto da polícia atrás de mim.
- Mas a graça é essa.
- Não, não, não. Coloca a malícia do respeito.
- Eu não sei fazer.
- Dá pause aí. - fiz e ela pegou o celular.
- Tá fazendo o que?
- Ué, procurando as malícias.
- Isso é trapacear.
- Não é não. E já aproveitando vou pegar logo a de bala infinita e aquela pra não morrer.
- Você sempre me surpreendendo. - ri.
- Achei, faz aí.
Ela foi falando e eu fazendo, e só aí a maluca parou de agir como se levasse os tiros mas continuou conversando com os personagens.

Passamos a tarde toda largados no chão, rindo e jogando.
- Bateu uma fome... Vou pedir comida pra gente. - falei.
- Pede.
- Cê quer escolher?
- Não precisa.
- Tá bom.
- Ó, sabia que se apertar aqui, eles beijam? - gargalhou. Que risada gostosa.
- Mas eles são homens, para com isso.
- Eram, meu bem. Eram.
A Malu é muito boba, meu Deus. Ri negando com a cabeça.
Pedi nossa comida, que nem demorou pra chegar. Nós comemos e ela disse que iria pro seu quarto, já estava tarde.
Juntei a bagunça que fizemos e tomei um banho pra relaxar.
Deitei pra dormir e ri sozinho.
Foi muito legal passar o dia com a Malu.

- Ontem cada um tomou um rumo: você sumiu, a Marla e a Karielle foram pra não sei onde, a Malu desapareceu... - o Rober dizia.
- Não sumi. - ri - A Malu tava comigo.
- Vocês tavam juntos? Aonde?
- No meu quarto uai.
- Meu Deus.
- Ô Roberval, mente suja. A gente tava jogando gta.
- Jogando gta? Sei. - riu.
- Esqueceu que eu tenho namorada? - bati em seu braço.
- Não esqueci não mas sei lá né. A Malu é linda, e vamos combinar, é bem mais legal que a sua namorada.
- Porra, vocês falaram que gostavam dela.
- Shh, a maluquinha chegou.
- Bom dia, floros do dia. Cadê o resto do povo?
- Bom dia, Malu. Devem tá dormindo ainda. - ele a respondeu.
- Ainda? - ela riu sentando e, começou a se servir.
- Ainda.
- Cê só come frutinha é? - perguntei.
- Não mas é saudável. E com granola em cima fica top.
- Prefiro comer pão com manteiga.
- E ficar mais gordo. Academia não tá adiantando.
- Só pra você saber: eu não sou gordo, sou gostoso.
- Ai garoto, troca o disco.
- Vocês dois... Sei não viu.
- Nem começa, Roberval. - ela reclamou cruzando os braços.
Af, pra quê ela fazer bico? Meu Deus do céu.
- Bom dia, pessoal.
- Bom dia, Marlinha. - sorriu.
- A gente viaja de que horas hoje?
- Antes do almoço. - Rober respondeu.
Terminamos de tomar café e eu voltei pro quarto. Esqueci que tinha que ligar pra Ana Laura.
- Eu só quero saber o motivo de não ter me ligado ontem!
- Eu acabei esquecendo, queria descansar. E você? Também podia ter ligado né?
- É que eu... Saí. Eu saí com umas amigas ontem. Cinema.
- Amigas? As vacas, as porcas ou as galinhas? Você não disse que ia pra casa do seu pai? Abriu cinema perto da fazenda foi?
- Eu não vim pra fazenda. Desisti no caminho e vim pra outra casa, a na cidade.
- Sei... Tá bom, tá bom. Eu tenho que me arrumar pra ir embora. Tchau, Ana!
- Tá. Tchau. - desligou.
Essa história tá muito da mal contada, mas muito mesmo. Bufei.





"cachorrinho" ecaan hushdygsik. Tinha que ser uma apelido bem equinha mesmo, tá?
Eu queria saber de vocês, por onde é melhor de eu avisar que postei capítulos.
Digo logo: não uso muito meu facebook. Pode ser um grupo no viber, que tal? Kkkkkkkk

adios,  xoxo.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Capítulo 3.



Na quinta, como o combinado, passariam para me buscar às nove da manhã.
Eu já havia arrumado minha mala e estava ansiosa pra viajar, o show seria em Maringá no Paraná.
A Jaque dormiu comigo no apartamento e o Nicolas também, acho que o dele é só de enfeite.
Acordei de sete e meia, e deduzi que o café da manhã já estivesse pronto, pelo cheiro que vinha da cozinha. Levantei e tomei banho, me arrumei e saí do quarto.
- Bom dia, filha.
- Mãe? - ri - Bom dia.
- Você achou que a gente não iria vim para se despedir? - ele perguntou.
- Achei, pai. - rimos.
Tomamos café juntos e, depois o pai e o Nicolas foram pro hospital, a mãe ficou vendo televisão e a Jaque ainda dormia. Fui conferir os últimos detalhes e estava tudo ok.
- Mãezinhaa. - ela gritou.
- Oi, meu amor?
- A Malu já foi? Eu posso ficar com o apartamento dela?
- Claro que não, Jaqueline. - respondi e ouvi ela rir.
A campainha tocou e eu levantei pra atender.
- Cadê seu celular?
- Nossa. Bom dia, mal educado! Não sei.
- Eu to te ligando faz tempo, maluca. Vambora.
- Calma, garoto. Ainda nem são nove horas.
- Tá. - rolou os olhos - Opa, dona Samanta, como é que tá?
- Estou bem, querido. E você?
- Também. Cadê a Jaque?
- Se escondendo no quarto, porque tá de pijama e descabelada. - falei e ele riu - Podemos ir, seu apressado.
- Que mala é essa?
- A minha ué. Tá muito grande?
- Tá. Mas agora a gente vai assim mesmo.
- Tchau, filha. Boa viagem, se cuida e eu te amo.
- Também te amo, mãe. - beijei sua bochecha.
- Tchau dona Samanta. Tchau Jaque!
- Tchau! - gritou - Toma conta da maria louca tá?
- Pode deixar. - falou rindo e nós saímos da minha casa.
Ficamos em silêncio até entrar na van, que era uma falação só.
- Chegou mais uma! - o Baron disse.
- A mascote da equipe.
- Pronto, começou o bullying. - reclamei fazendo todos rirem.
Sentei entre a Marla e a Karielle, que logo quis tirar uma 'foto de boas vindas'.
A chegada na cidade foi massa. Tinha muita gente esperando no aeroporto, e no hotel a mesma coisa.

Dormi quase a tarde toda, e sinceramente eu não sei o que vou fazer. Se agora sou 'secretária pessoal', sou tipo um Roberval de saia, não é? E o que o Rober faz? Vai atrás do Luan em todo canto, tira fotos...
Alguém bateu na porta me tirando dos meus pensamentos.
- Surp. Ah, Malu.
- Ana? - cocei os olhos.
- Te acordei? Desculpa. Pensava que era o quarto do Luan. - riu.
- O dele é o da frente. - apontei.
- Obrigada.
- Nada. - sorri minimamente e ela se virou, fechei a porta.
Voltei pra cama e liguei pro Rober, ele disse que dava pra ficar de boa até a hora do show.
Uma hora antes comecei a me arrumar, recebi uma mensagem do Testa dizendo que era pra ver se o Luan já tinha começado a se arrumar.
Bati na porta do quarto que demorou bastante para ser aberta.
- Oi Malu.
- Se arruma logo. Meia hora quero você lá em baixo, ouviu?
- Em meia hora eu não arrumo nem o cabelo.
- O problema é seu.
- É que a Ana chegou e a gen
- SHHH! Eu já imagino mas como disse antes, problema seu. Sem atrasos.
- Mas é chatinha viu.
- Cala a boca e vai. - voltei pro meu quarto.
Terminei minha maquiagem e calcei uma rasteirinha, até parece que eu sou louca de ir pular de salto e quebrar o tornozelo.
Passei na Marla e na Karielle que também já estavam prontas, e lindas, diga-se de passagem.
E como eu previa, o cabeçudo se atrasou.

Ele foi num carro separado com a Ana, e nós fomos de van. Não era tão longe do local do show, então chegamos rápido.
O Luan entrou sem falar com ninguém por causa da Ana, achei melhor pra evitar confusão já que a fama dela não é das melhores entre as meninas.
- Malu, você tá vai vir em todos os shows agora porque tá pegando o Luan?
- O que? - gargalhei - Eu não. To vindo porque me mudaram de função.
- Ah, uma pena viu. Tira uma foto comigo?
- Claro. - ri. Fizemos pose e clique.
- Malu, o que cê acha da Ana?
- Posso pular essa pergunta? - riram - Ela é legalzinha.
- Ou seja, chata. - rimos.
- Vocês gostam do Luan feliz, parece que ela o faz feliz. Não vale a pena brigar e xingar, cansa a beleza. - joguei o cabelo e elas riram.
Falei com todas e entrei, mas tive que voltar pra organizar a fila do camarim, coisa que euzinha nunca fiz.
- Pra ficar mais fácil, os que ganharam fiquem desse lado com RG na mão. Por favor. Vou começar a chamar, tá?
Assim que acabou o atendimento das fãs, veio a família do contratante e o camarim ficou mais cheio que laje em dia de churrasco.
Nessa hora fui andar pelo backstage, tomei uma água e fui olhar o palco que já estava pronto.
Voltei pra chamar o Luan e quando entrei no camarim vi uma cena bem engraçada, ele estava entre a Ana e a Jade, a cara dele de "me salva daqui" era a melhor.
- Dois minutos, ô baleia.
- Obrigada, Malu.
- Vocês duas vem pro camarote?
- Eu vou.
- Eu vou ficar do lado do palco pra ver o show do meu namorado. - ri discretamente.
- Tudo bem... Então, vamo Jade?
- Vamos. - sorriu - Tchau Lu, foi um prazer.
- Nada, Jade. Beijão lá pra sua mãe e o seu pai. - ela assentiu sorrindo e saiu.
- Luan, palco agora. Bora, bora.
Ele bateu continência e revirei os olhos, ele e a Ana foram pra escada que levava ao palco e eu segui pro camarote porque sou ostentosa. Só que não.
- Malu, o Rober tá chamando você.
- Sério? Ai, já vou.
Saí pelo backstage e encontrei o Rober dentro da grade, arrumando a lente da câmera. Tava na abertura do show, começaram a gritar meu nome e eu acenei pra todas.
- Lepo lepo de hoje é você que escolhe. - me avisou.
- Eu?
- O Luan que disse.
- Oxe. - riu - Só vou fazer isso?
- Hoje é. Curte o show. - piscou.
- Beleza.
Me aproximei mais da grade e disse que ficaria ali com elas. Reconheci uma menina que tava no aeroporto e escolhi ela pra ser a garota lepo lepo, parecia ter mais de dezesseis então tá bom.
- E hoje, quem vai escolher é a nossa caçula. E aí, maria louca, escolheu? - fiz que sim e apontei pra menina que teve um surto do meu lado e num instante estava no palco agarrada na cintura dele.
- Eu te amo.
- Own minha neguinha, como é seu nome?
- Elisa.

O show foi muito legal. Exceto a parte em que tacaram champagne no meu cabelinho mas nada que um xampu não resolva, não é mesmo?







Sejam muuuito bem vindas, todas vocês! Cara, eu to muito feliz, cês não tem noção hahahaha
Eu posto dia sim e dia não porque tenho as coisas de casa, meus irmãos e brevemente a escola novamente, e  >>>talvez eu arrume um emprego. Ueba! Kkkkkkkk




Beijocas : ))

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Capítulo 2.


- Cheguei, cheguei. Bom dia. - cumprimentei todos assim que entrei no escritório.
- Atrasada hein!
- Foi mal, tava na casa da minha mãe, tive que ir lá em casa e vir correndo pra cá.
- O patrão tá te esperando. - o Rafael disse.
- Eita! O que é, vocês sabem? - negaram.
Coloquei minha bolsa na minha mesa e fui até a sala de reuniões, onde estava o Luan, o Rober e o Amarildo.
- Isso é hora de chegar? - o ignorei.
- Bom dia, seu Amarildo.
- Bom dia, menina Malu. - ele sorriu.
- Bom dia, Roberval. - o abracei de lado e ele beijou minha bochecha.
- Eu também to aqui, Maria Luíza.
- Sério? Nem te notei, Luan. - reviramos os olhos e seu pai riu.
- Mesmo você sendo chata comigo, queria te dizer, que tu ganhasse uma promoção.
- Uh! Minhas miniaturas chegaram aqui?
- O que? - ele gargalhou - Que miniaturas, sua louca?
- Foi uma "promoção" aqui na empresa, se você aceitar, passará a viajar junto com o Luan e a equipe. - o Amarildo explicou. Normalmente só vou nas coletivas de imprensa e nas gravações de programas.
- Vai ser minha secretária pessoal, que tal?
- Mas esse cargo é meu! - o Rober se manifestou e eu ri.
- Agora é dela também uai.
- Vai me trocar só porque ela é bonita.
- Melhor ter uma muié dessa na minha cola do que você, um barbado. - corei um pouco, talvez muito - E aí, aceita?
- Eu posso pensar?
- Não.
- Claro que pode, Malu. Tem até o fim do dia, ok?
- Ok. Mais alguma coisa?
- Não. - respondeu simpático.
- Beleza então. Tchau seu Amarildo, Rober e tchau, Luan. Tenho umas coisas pra fazer. - ri.
- Nem me deu um abraço nem um beijo, to bem demais viu.
- Para de reclamar e vai pedir beijo a Ana Laura.
- Eita. - seu pai falou rindo.
- Olha como essa doida é ingrata comigo. Tá vendo, pai?
- Seu filho é tão dramático, como o senhor e a dona Marizete aguentam?
- Somos pais, obrigação né? - gargalhei.
- Nem seu pai te aguenta, garoto. - apertei suas bochechas.
- Mas as minhas neguinhas me amam.
- Porque não passam o dia contigo.
- Cê falou que tinha coisa pra fazer né? Vai lá, vai.
- Ui. Já vou, patrão. - ergui as mãos e saí da sala ouvindo risadas.
Contei pras meninas o que era e depois, fui arrumar o Twitter da Central.
- Tá fazendo o que aí, moça?
- To no twitter, coisa que você não faz há muito tempo. - ele riu sentando na cadeira ao meu lado.
- É que eu esqueço.
- Sei. Tem nada pra fazer não?
- Não.
- Então entra agora.
- Agora?
- Agora. - ele pegou o celular e abriu o twitter - Para de stalkear e fala alguma coisa.
- Cala a boca, menina. - revirei os olhos.
Na hora do almoço fui encontrar com minha mãe num restaurante, ela me convenceu a aceitar já que não tenho nada que me prenda aqui.
- Você adora viajar, vai poder conhecer o Brasil todo.
- É né? - ri - Mas e o meu apartamento?
- A gente vai cuidar dele pra você.
- Ai mãe, muito obrigada! - a abracei.
Terminamos de comer e eu voltei pra Central, ela foi buscar a Jaqueline na casa de uma amiguinha.

O Luan passou a tarde toda na Central enchendo o saco, principalmente o meu. 
Numa hora o telefone tocou e ele pediu pra atender, fingiu uma voz diferente mas foi em vão. Descobriram que era ele e daí o telefone não parou mais de tocar.
- Já decidiu, maria louca? - me perguntou quando comecei a arrumar a bolsa pra ir pra casa.
- Já.
- E aí, vai viajar com a gente?
- Eu... - fiz uma pausa pra dar um suspense - Vou. Aceito.
- Aeê! Depois de amanhã, vamos passar cedo na sua casa. Esteja pronta.
- Pode deixar. - ri e ele me deu um abraço - Tchau.
- Tchau, Malu.





Oinn ♥
Voltei mais rápido do que pensava hahahhah
Espero que estejam gostando. Dúvidas, críticas, sugestões... To aqui flw?
Beijocas.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Capítulo 1.

(...)

- Mas Malu, e se elas não me quiserem mais?
- Cê andou bebendo, vesgo?
- Eu vi elas dizendo que não estão gostando tanto como antes...
- Você sempre foi romântico e tal , é normal elas estranharem essa vibe de corn... Adulto, você tá mais adulto. - ele riu fraco - Elas vão acostumar, confia em mim?
- Confio.
- Então vem cá, me dá um abraço. - ele riu e nos abraçamos.
- Obrigada por tudo, maria chatonilda.
- Mas eu não sou Maria! Nem chatonilda. - lhe dei um tapa na cabeça.
- Tá bom, tá bom. Ó, to gato assim?
- Tá lindo. - ri - Agora vai, posta foto pra elas.
Ele tirou uma foto e postou no Instagram.
Dentro de alguns minutos iria começar a gravação do Programa do Jô.
- To atrasada? - uma criatura loira disse depois de abrir a porta.
- Não, Aninha. - respondi.
- Ah que bom! - ela riu e o Luan a abraçou pela cintura.
- Vou deixar vocês a sós, mas cuidado pra não desarrumar esse cabelo hein? Pelamor.
- Pode deixar, e obrigada por cuidar bem do Lu, viu Malu?
- Magina Ana, é meu trabalho né? - ri, pisquei pra eles e saí do camarim fechando a porta.
- Cadê o cabeçudo? - o Rober perguntou.
- A Ana Laura chegou.
- Ih, já vi tudo. - ele riu e eu acompanhei.

O assunto mais falado por eles foi DVD Acústico, o Luan foi lá lançá-lo. O programa todo rendeu boas risadas, o Luan foi o segundo entrevistado, o primeiro era o Paulo Gustavo, ri demais com ele.
Antes de sair do projac a Mãe me ligou, chamando pra jantar em casa. Disse a ela que iria direto pra lá então.
- Ou, Maria Luíza vamo jantar com a gente? - o Luan perguntou.
- Com vocês dois? Não obrigada.
- Ai, Malu, você tem que arrumar um namorado pra gente sair em casal.
- Ah claro.
- Mas bora, pequenininha? O pessoal vai também.
- Não dá, sério. A minha mãe me ligou e disse que quer todo mundo lá hoje.
- Então tudo bem.
- Tchau, pessoal! - acenei e fui até meu carro.

Fui até o Alphaville, é, meus pais moram lá. Eu não. Moro num prédio perto, eu tenho um apartamento e o Nicolas tem outro no mesmo andar, não sei pra quê se só vive na minha casa.
- Cê fez o que hoje? - a Jaque perguntou logo quando entrei.
- Tava na gravação do Jô. O Nick já chegou?
- Ainda não, a mamãe tá lá em cima e o papai não chegou também.
- E a comida? To com fome.
- A Lena fez lasanha e pavê de sobremesa.
- Pavê? E a minha dieta, cara?
- Eu como sua parte, sem problemas. - riu sapeca.
- Não precisa, Jaqueline.
- Filha! Você chegou. - minha mãe disse da escada e fui abraçá-la.
- Algum motivo especial pra querer reunir todo mundo hoje, dona Samanta?
- Ué, não. Só queria jantar com a minha família, algum problema?
- Nenhum, dona. - ela riu beijando minha bochecha. Ela foi pra cozinha e eu e a Jaque a seguimos.
- Malu, você não sabe o que bombou no twitter hoje.
- Não mesmo, nem entrei hoje.
- Sua foto de biquíni. - falou rindo.
- Nossa! Por quê?
- Seu patrão comentou. - falou maliciosa.
- Comentou o que, Jaque? - a curiosa vulgo minha mãe perguntou.
- "assim você me mata" e colocou aquele macaquinho tapando os olhos. - gargalhei alto.
- Mas ele não namora, gente?
- Namora, mãe.
- O Luan é um palhacinho, só isso.
- Um palhacinho bem gato, vamos combinar.
- Manhê! - ela e a Jaque riram.
- Tão rindo do quê aí hein? - o Nick disse entrando na cozinha.
- Nada.
- Então bora comer, cambada!
- Nossa pai, que feio. - a Jaque reclamou.
- Cala a boca, caçulinha. - ele assanhou o cabelo dela.
Lavamos as mãos e fomos jantar, todo mundo junto.
Depois ficamos assistindo filmes, e acabou que eu e o Nick dormimos lá mesmo.

De manhã, acordei com com a Jaqueline gritando atrás da Hermione. Menina louca.
- Eu não to achando ela.
- E tinha que vir me acordar?
- Sorry, é que ela gosta de ficar aqui no seu quarto. - falou olhando em baixo da cama - Ah! Aqui sua fujona.
- Ela foge de você. Felícia.
- Ei! A Hermione me ama.
- Se ela falasse saberíamos a verdade.
- Ai, para sua chata. - lhe mostrei a língua.
- E tu não fosse pra escola porque mesmo?
- Hoje tem passeio, e se quer saber ainda são seis horas.
- Quê? - taquei o travesseiro nela.
- Cê não tem que ir trabalhar também?
- Af, ainda tem isso. - fiz bico.
- Então levanta, baranga.
- Baranga? Querida, eu sou a diva que você quer copiar.
- Nossa, com certeza. - ela falou debochada e nós duas rimos.






Como as gatinhas puderam perceber, a fic "começa" em março, que é quando o Luan lançará o DVD lacrador Acústico.
Por enquanto é só isso. Beijos, e até mais!

twitter: @luanvoacomosfly

Alguns personagens.




Malu Rodríguez Pacheco, 22 anos, formada em Jornalismo.
Inicialmente foi contratada como estagiária pela Caldi Comunicação e ganhou de Arleyde Caldi, a tarefa de auxiliá-la na assessoria do cantor sertanejo Luan Santana.
E, logo que concluiu sua faculdade foi efetivada na LS Music.
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( imaginem os pais dela como quiserem ksksks )

Samanta e Roberto Rodríguez Pacheco, 44 e 49 anos, ela ex-professora e ele clínico geral, pais da Malu e guardiões do Nicolas e da Jaque.
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Nicolas Queiroga, 23 anos, médico pediatra, e melhor amigo de Malu.
Perdeu os pais num assalto alguns anos atrás e desde então vive sob os cuidados de Samanta e Roberto, juntamente com sua irmã.
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Jaqueline Queiroga, 13 anos. Estudiosa, bagunceira e xodó da família.
Vive conectada nas redes sociais e, tem uma tartaruga chamada Hermione, que lhe ajudou a superar o trauma da morte de seus pais.
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Ana Laura Mendonça, 23 anos, namorada do astro sertanejo Luan Santana.
"mora" em Londrina-PR, mas vive atrás do namorado em viagens e shows. Trancou a faculdade de ADM, e ama shoppings.




Não achei que precisasse falar e colocar foto dos Santanas né? Todo mundo sabe quem é kkkkkk.
E tipo, esses são alguns mesmo, ao longo da fic sempre chove personagem.