quarta-feira, 1 de julho de 2015

Capítulo 63.


Tinha um casal se agarrando no estacionamento, ri da cara que o Luan fez e nós entramos no meu carro.
Durante o trajeto, a mão dele entrou de baixo da minha saia, fazendo carinho e apertando minha coxa.
- Calma. - pedi. Sua mãozinha se enfiou na minha calcinha, esfregando meu clitóris - Luan... Você tem que dirigir.
- Mas eu tô dirigindo, amor. - riu - Tá gostoso?
- Tá... Mas para. - tirei sua mão dali - Aqui não é lugar.
Ao entrarmos na garagem do prédio, ele voltou a me tocar e dessa vez não reclamei, eu queria aquilo tanto quanto ele. Destravei meu cinto e o dele.
- Vem aqui. - falou autoritário. Pela rapidez, bati a bunda no volante o que acionou a buzina, rimos e ele desligou o carro, deixando a chave no painel.
- Vamo subir? Aqui não, amor.
- Aqui sim. Eu não vou conseguir esperar, Malu. - abriu a calça e colocou minha mão em seu volume, lhe apertei por cima da cueca - A gente começa aqui e termina lá, na nossa cama.
- Nossa cama?
- Nossa. - chupou meu pescoço, não consegui segurar um gemido.
Ele levantou os quadris e eu puxei sua calça e cueca, libertando seu membro. Comecei masturbá-lo, ele quis tirar minha blusa mas eu neguei.
- Só vou te ajudar a se livrar disso, nada mais vai rolar.
- Vai sim, você também quer. Está excitada, e não duvido que já esteja prontinha pra me receber.
- Você tá muito convencido sabia?
- Fala pra mim que é mentira. - fechou os olhos e gemeu meu nome. Suas mãos agarraram minha calcinha e eu protestei.
- Ei! É só pedir que eu tiro. Se tu rasgar minha calcinha, eu corto teu pinto fora.
- E acaba pra sempre com a brincadeira?
- Arrumo outro, meu amor.
- E é? - apertou meu rosto - Você não faria isso, eu não ia deixar.
- Solta, tá machucando. - reclamei e ele soltou. Levantei um pouco e consegui tirá-la, entreguei pra ele que sorriu.
- Que cheirosa.
- Eu sei. A gente não pode ficar dando mole aqui, então... Me come logo.
- O vidro é escuro, meu amor. - riu - Mas seu pedido é uma ordem.
Gemi um pouco alto demais quando o senti, completamente dentro de mim.
- Meu Deus...
- Você é tão quentinha. - falou com os olhos fechados - Eu senti tanto sua falta.
Comecei a subir e descer, devagar, me deliciando com aquele momento. Ele tinha as mãos firmes na minha bunda, apertando e me ajudando com o movimento. Mas quem ditava nosso ritmo era eu. Ora rápido, ora lento.
- Isso é tão bom. - apertei seus ombros - Olha pra mim, Luan.
Ficamos nos olhando nos olhos e de repente ele atacou minha boca, retribuí na mesma intensidade e diminuí a velocidade, o tornando mais lento e profundo.
- Assim... Vai, maria luíza.
- Você gosta, não é? - assentiu mordendo os lábios - É tudo pra você.
- Então fala que é minha.
- Eu sou sua... Só sua. - gemeu em meu ouvido.
- Eu não sei se aguento mais.
- Então vem, amor. - acariciei seu rosto, e ele me inundou. Parecia até que estava esperando meu comando.
- Caralho, caralho, Malu! - ri beijando seu pescoço, não havia parado de rebolar em seu colo.
- Calma, minha delícia... - nos beijamos.
- Vai pro banco de trás, amor. Agora.
- Não tá cansado?
- Ainda não. - levantei de seu colo e ele colocou dois dedos na minha vagina.
- Luan! - falei num gemido, ele riu malicioso e os tirou.
Passei no espaço entre os bancos e ele logo se juntou a mim. Encostei minha cabeça na janela, sentindo suas mãos me tocarem.
- Não vamos precisar de tanta enrolação, por favor.
- Tudo bem. Vira.
- O que?
- Fica de costas pra mim, Malu. Vai, vira. - obedeci rápido, tomada pelo desejo. Ele não teve pena ao dar um belo tapa na minha bunda, gritei. Luan roçava seu membro, que ainda continuava ereto, na minha entrada, e sua demora já começava a me irritar.
- Tá esperando o quê?
- Você pedir, pede.
- Não faz isso.
- Pede! - puxou meu cabelo, mas nada que doesse.
- Coloca tudo vai... Eu preciso te sentir de novo, Luan.
- Por quê?
- Eu quero gozar. - falei sem vergonha alguma - Pra você.
- Então toma, meu amor... Olha o que você faz comigo, meu Deus do céu.
Suas estocadas eram lentas, porém longas. Eu estava totalmente de quatro e, sentia que a qualquer minuto, meu corpo cairia sobre o banco.
A sorte era que ele me segurava. Quando cheguei ao meu ponto máximo, ele não parou. Continou até que eu me "alcamasse" em meio ao êxtase proporcionado pelo orgasmo.
- Amanhã, eu venho... Limpar o carro. Vamo subir, preciso de um banho.
- Precisamos. - ele riu e passou a mão na minha testa, tirando os cabelos que colaram ali por conta do suor - Mas antes, deixa eu limpar você?
- Como?
- Abre as pernas, vou te mostrar.
- Jesus! - passei a mão pelo rosto - Você é um menino muito malvado.
- Mas você gosta. - disse se colocando no meio das minhas pernas - Posso?
- Pode.
A posição era mega desconfortável, e eu achando que meu carro era grande... Na verdade ele é, só que não pra transar. E é por isso que existem as camas.
Sua língua macia ia e vinha dentro de mim, sua barba em contato com a minha pele sensível me deixava louca e ele me fez gozar outra vez. Quando acabou, precisei de alguns minutos pra voltar a pensar em alguma coisa que fizesse sentido.
- Tão gostosa e tão minha.
- Ai... Você vai ter que me segurar, não sei se consigo levantar. - ele riu e me deu um beijo.
Sentei e ele arrumou meu cabelo, abaixou minha saia, pegou minha bolsa e os meus sapatos.
- Isso aqui vai ficar comigo. - colocou minha calcinha no bolso.

Tranquei a porta do apartamento e joguei a chave no sofá, onde ele estava tirando o coturno, depois abriu a calça e largou a camisa no chão. Parecia cansado, ri e me aproximei lhe estendendo a mão.
- Vem tomar banho, amor.
- Você me deixou exausto, menina. Acho que vou ficar por aqui mesmo. - ri e tirei o cropped, joguei em cima dele.
- Quer abrir aqui? - perguntei apontando o feixe do sutiã, o tirei sozinha.
- Pensando bem... Vou tomar banho com você. - levantou.
- Tô te esperando lá.
Amarrei o cabelo num coque alto, entrei no box e abri o registro. Sorri ao sentir suas mãos me envolvendo, beijei sua boca e arranhei sua nuca. Me afastei um pouco e peguei o sabonete, esfreguei seu corpo todo. Depois fiz o mesmo no meu, nos enxaguamos e eu saí primeiro.
Coloquei uma calcinha e uma camisola, ele me abraçou por trás e beijou meu pescoço.
- Pega uma bermuda aí pra mim?
- Agora não.
- Por quê? - ri lhe empurrando até a cama, abri sua toalha e me debrucei sobre dele.
- Shhi. - agarrei seu pênis.
- O que você vai fazer?
- Só quero retribuir o que você fez por mim, amor. - passei a língua nos lábios.



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"Por isso eu quero suas mãos em mim."
— Jeito carinhoso.

Um comentário:

  1. MDS... Que capítulo foi esse. Jesus. Esses dois tô sem base, kkkkkkk. Continua, tá lindo.

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