quinta-feira, 23 de julho de 2015

Capítulo 70.


Uma semana depois... (dia do show)

Ontem o Luan quase não me deixou vir embora, tava todo dengosinho. Conseguimos uma semana de folga, falei pra ele ir me encontrar quando chegasse da rádio e que se ele quisesse, passaríamos os próximos sete dias grudados.
- E aí, como vai ser na hora da foto? - perguntei pra Jaqueline ansiosa Queiroga que estava do meu lado.
- Quero Naíque, o Paulo é todo seu.
- Tá beleza. - ri - Agora tenho que achar uma vaga pra estacionar.
- Qualquer uma, Malu!
- Calma, baranguinha... Já falou com a Su?
- Antes de sair, eles estavam vindo também.
- Humm. Achei. - manobrei e estacionei o carro - Liga pra ela, diz pra eles virem pra cá. Vou ligar pro Paulo.
- O que? - gritou, eu ri.
- Liga logo pra ela.
- Tá bom.
- Paulinho? - ele me atendeu rápido.
- Oi Malu. Chegaram?
- Chegamos.
- Aonde cês tão? Vou pedir pra alguém ir buscar vocês.
- Lado sul do estacionamento. - olhei numa placa.
- Beleza, esperem aí.
- Ok, obrigada. - desliguei e vi a Su, tia Cátia e o Binho vindo na nossa direção.
Falei com o Paulo no meio da semana, avisei que ia pro show e que estaria com uns amiguinhos da Jaque, ele disse que colocava a gente pra dentro logo e me garantiu que não teria problema.
- Oi Malu.
- Oi tia. - nos cumprimentamos com beijinhos no rosto.
- Não me chama de tia, garota. Me sinto muito velha desse jeito. - rimos.
- Vamo logo pra fila, gente!
- Calma, Su. Falei com o Paulo e - ela escancarou a boca - Acho que o Celsinho vem buscar a gente aqui.
- Minha. Nossa. Senhora. - gargalhei.
- Ó, mas não é pra ficar espalhando não. É injusto com as outras fãs? Muito. E se elas ficam sabendo, a gente não vai poder mais fazer isso, então fiquem quietas. - assentiram.
- Aquela dali não é a
- Duda!
- Oi. - a menina sorriu - Você é a Malu? Sou a Duda, irmã do Nathan.
- Eu mesmo. - nos abraçamos - Aqui é a Jaque, minha irmã. Su, amiga dela e sobrinha da tia Cátia, que é mãe do Binho, amigo das meninas.
- Vish. - riu - Acho que entendi. Vamo lá?
- Vamos.
Conheci a mãe e a outra irmã do Nathan, que era bem mais tímida que a Duda. Os meninos estavam comendo pra começar o atendimento no meet&greet mas pararam pra falar com as meninas, foram super legais.
Fizemos nossas fotos logo, conversamos um pouco e depois fomos pro camarote com elas. O lugar estava lotado, o show já devia estar perto de começar quando meu celular começou a tocar. Luan.
- Amor?
- Oi amor.
- Cê tá no show?
- Tô, ainda não começou. E aí, já acabou?
- Nem rolou, aonde que é esse show mesmo? - sorri.
- Na Eazy, por quê?
- Será que eu consigo entrar sem ingresso? - riu.
- Vem, vem. Eu arrumo pulseirinha pra você, quem mais tá contigo?
- Os de sempre. - ri.
- Eu vou falar com o pessoal aqui e te ligo, espera. - desliguei, já procurando o número - Japa?
- Oi.
- Posso pedir um favor?
- Manda. - riu.
- O Luan tinha um compromisso aqui perto mas foi cancelado, ele tá vindo pra cá. Dá pra ser?
- Sério? Claro que dá! Quantas pulseiras cê quer?
- Três, tem o Rober e o Well com ele.
- Vem aqui pro lado do backstage, que eu te dou.
- Tô chegando, valeu.
- Nada. - desligamos.
- Tia, olha eles por favor? Eu já volto.
- Uhum, vai lá.
- Malu, cê vai pra onde?
- Buscar um pacote, Jaqueline. Fica aí. - ela franziu a testa, ri e fui andando.
O Japa me deu as pulseiras e eu liguei pro Luan, ele entrou por trás, direto no backstage. Falou com os meninos, agradeceu e o Thiago fez uma foto nossa. Depois, seguimos pro camarote atraindo olhares de todos.
- Ah, esses três são o pacote? - Jaque riu.
- Pacote?
- Nada, amor.
- E aí, Jaque. - Testa disse e ela o abraçou.
- Daqui a pouco tô maior que você. - ele fez careta e nós rimos - Oi Wellington.
- Opa, caçula da caçulinha. - ri.
Apresentei o pessoal ao pessoal, e foi o tempo da abertura do show começar. Luan me abraçou por trás, escorando o queixo no meu ombro e ficamos assim o tempo todo.
Teu olhar, a única que ele sabia, foi lindamente cantada no meu ouvido.
Ao nosso lado tinham duas criaturas enlouquecidas, Jaqueline e Suelen, fora as outras que também estavam ali né. A tia Cátia ria e, Binho, Wellington e Rober deviam estar mais perdidos que cego em tiroteio.
- Cê sabe todas hein? - Luan riu no meu ouvido.
- Sei mesmo. No meu carro toca sempre, querido.
- Ah é, por isso reconheci a da velhinha de algodão. - gargalhei.
- E também, talvez porque ela parece um pouco com a Te esperando.
- Nossa! Verdade. - riu - Gostei dela.
- De quem?
- Da música deles.
- Own! - ri - É linda mesmo.
Quando acabou o show, esperamos até esvaziar o local e fomos encontrar os meninos. A mãe do Nathan nos convidou pra comer pizza, perguntei ao Luan se ele queria ir e o cabeção topou na hora.

Juntamos um monte mesas no primeiro andar da pizzaria pra caber todo mundo, o dono foi nos receber e disse pra ficarmos à vontade, ele iria deixar aquele piso só pra gente, tentamos negar mas não deu. Foi uma confusão pra escolher os sabores das pizzas, rolou quase uma votação. Os lindos queriam cerveja, só que no final todo mundo pediu suco.
Acabamos saindo de lá bem tarde, a "farra" foi boa. Obviamente registramos aquele momento, a Jaqueline postou no Instagram dela e todos saíram repostando.
- Cê vai pra onde, amor?
- Tenho que levar a Jaque na casa da mamãe, acho que vou dormir lá mesmo.
- Então eu vou com vocês, posso ficar lá?
- Pode, amor. - ri - Well, o Luan vai pra casa comigo.
- Tá bom, nós estamos logo atrás.
- Eu dirijo, vem. - revirei os olhos e lhe entreguei meu chaveiro de fada, ele riu.
Nos despedimos do pessoal e saímos todos na mesma hora, parecia um comboio, três carros e uma van.
- Agora coloca música, vai.
- Calma, lindan. - falei mexendo no porta luvas - Tô procurando...
- Sonhar alto nunca é demaaais! - Jaqueline cantava, era de longe a mais empolgada - Te ganhei, me ganhou. Veio pra ficar e ficou.
- Foi bom ficar do lado da paixão.
- Como é bom. - Luan riu.
- Procurei e achei. Entregou, me entreguei.
- O nosso amor não tem comparação. - eu e Luan cantamos juntos.
- Af! Parem, parem, parem. - rimos dela.

Quando nós dois acordamos, já passava do meio dia. Minha mãe fez o tal almoço que ela queria fazer pro Luan, cozinhou o que ele pediu e blá blá blá. É mimo demais pro meu gosto.
Fomos comer a sobremesa no sofá, eu, ele, Jaqueline e papai.
- Amor, vou em casa tomar um banho e trocar essa roupa. Mais tarde a gente pode ir na sorveteria, que tal?
- Uhum. - beijei seu rosto - Vai agora?
- Vou. - fiz bico e ele me deu um selinho.
Antes de ir embora, ele agradeceu pelo almoço e super elogiou a comida da minha mãezinha, que ficou toda boba. Ela ama que falem bem da comida dela.
- Então se der, vem com seu pai pra ver o jogão de amanhã.
- Opa! A gente vem sim, seu Roberto. - apertaram as mãos - Tchau Jaque.
- Tchau, cunhado.
- Eu venho buscar você tá? - assenti e nos beijamos - Fica bem bonita e cheirosa.
- Você também. - apertei seu nariz - Tchau.
- Tchau, amor.





Ê laiá hahahaha. Euzinha tenho que estudar, e é meio que questão de vida ou morte. Acho que só volto a postar depois da prova, datada e mais conhecida como próxima quinta. Ok né? Obrigada. Adios, xoxo.
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"O seu beijo sempre acaba complicando, vou ficar mais um pouquinho por enquanto."
— O que eu tava falando?

Um comentário:

  1. que fofo esse cap, Luan sem ciúme, meus casal de boas assim que eu gosto de ver znsjzb
    E lá vamos nós esperar até quinta, fazer o que né sbbsbx
    Quero mais Tia Vivi. Xoxo

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