terça-feira, 26 de maio de 2015

Capítulo 50.


Ontem ainda fomos comprar umas roupas de frio pra ele, tomamos sorvete e ficamos vendo filme no quarto.
- Amor, por que ele chama ela de ma petite?
- É minha pequena ou pequeno, em francês, e se pronuncia petit, como se não tivesse um e no final.
- Entendi, ma petite. - ri - Vou te chamar assim agora.
- Tá bom, meu petito.
- Je t'aime, ma petite. - beijou minha bochecha.
- Eu sei, petito. Mas agora vamo ver o filme.
- Tá bom, petita chata.
Hoje o dia amanheceu bem mais frio, acordei primeiro que ele pra variar, e fiquei trocando mensagens com a Jaqueline, ela sabia que ele estava comigo mas jurou guardar segredo.
Levantei e pedi nosso café da manhã, tomei banho e comi enquanto ele ainda dormia.



" Morning ♥ // Como já diz o Kevin: "não acelere a vida, pare e cheire os waffles". "


Fui olhar a vista da minha janela como sempre faço, e soltei um gritinho.
- Luan, psiu. - pulei em cima dele - Luan! Acorda, acorda, acorda.
- Vai dormir, petita. Tá frio, deita aqui.
- Não dá! O céu acordou e eu também. - falei e ele soltou uma risadinha - A gente tem que brincar.
- Isso aqui não é Frozen não, maria luíza.
- Tem certeza? Vem ver, tá nevando.
- Sério?
- Muito sério. Por favor, levanta. - puxei seu braço e ele sentou na cama - A Jaqueline tem que ver isso.
- Eita, é neve mesmo. - falou me abraçando por trás.
- Tava duvidando de mim, petito?
- Achei que cê tava brincando. - ri e tirei uma foto da vista.
- Vou mandar no grupo da minha família.
- Você quer brincar na neve? - riu da minha legenda.
- Toma café e se arruma, petito, a gente vai sair.
- Pra onde, amor?
- Central Park. Vamos brincar na neve! - gritei e ele gargalhou.


* LUAN NARRANDO *

Minha petita estava visivelmente muito feliz, parecia criança quando ganha pirulito.
Fiz o que ela pediu, tomei banho e depois comi.
Pegamos o que precisaríamos e fomos rumo ao Central Park, andamos bastante por lá e depois fomos tomar chocolate quente. Ela olhava pelo vidro, umas criancinhas brincando do lado de fora e riu.
- Tá com cara de quem quer brincar com eles.
- Vai ficar feio, amor. Eu já sou grande. - fez bico.
- Não vai ficar nada feio. Cê tava tão animada e agora tá aí, toda murcha.
- Eu to com vergonha! - ri.
- Deixa de bobagem, eu brinco com você.
- Deus do céu, meu petito é muito fofo. - selou nossos lábios.
Terminamos nosso chocolate quente, paguei a conta e fomos pra fora rápido, com ela me puxando pela mão. A última vez que ela viu neve faz tempo, quando era criança e sua mãe até me mostrou uma foto.
- Calma, pequenininha.
- Segura minha bolsa. Vou fazer um boneco de neve, o nome dele vai ser olafinho.
- Pode ser baby petito, bem melhor.
- Olafo Petito Santana Pacheco. - rimos e eu a beijei.
Ela começou a fazer o boneco e os dois meninos que ela estava observando, se aproximaram. Henry e Stefan, lhe ajudaram a fazer quatro bonecos, seus pais também vieram pra perto e ficamos conversando.
- Um é meu, um da Malu, um do Henry e o outro é de todos. - Stefan explicava, ri.
- Mamãe, o que tem aí?
- Olhos, e isso aqui para a barriga. - entregou ao Henry dois saquinhos. Pedras e botões.
- Eles precisam de braços! - a Malu pegou uns pedaços de galho e eles colocaram nos bonecos. Os dois meninos tinham vindo preparados, cenouras para o nariz e até toucas.
- Ainda falta alguma coisa no meu.
- Que tal isso?
- Boa ideia, amor. - ela me deu um beijinho e amarrou meu cachecol no boneco.
Peguei seu celular e avisei que tiraria uma foto, ela "abraçou" o boneco e eu tirei, falei que ia postar e ela assentiu: " Petito's baby. ❄♥ "
Nos despedimos das crianças e de seus pais, continuamos andando abraçados pelo parque e uma hora até fizemos guerrinha de bolas de neve, o que resultou boas risadas. Ela me dava beijos e mais beijos, eu estava amando aquilo.
- Se cê continuar com isso, vou tirar sua roupa aqui e a gente vai trepar na neve. - ela arregalou os olhos e me deu um tapa, gargalhando logo depois.
- Isso soou tão feio, Luan Rafael.
- Então vamo voltar pro hotel, e fazer o nosso Enrique. Soou melhor agora?
- Cê lembra disso, amor?
- Claro que eu lembro. - ri e ela me deu um beijo.
- Vamo, mas essa parte do Enrique eu pulo.
- Vou te fazer mudar de ideia.
- Daqui uns três anos, talvez.
- Só se enquanto isso, a gente praticar bastante. - assentiu rindo e fomos pegar um táxi.
- Calma, espera chegar no quarto. - falou enquanto eu beijava seu pescoço. Estávamos no elevador.
- Eu já esperei demais.
- E se não se comportar, vai esperar mais ainda. Ai ai ai!
- "ai ai ai" digo eu. - mostrou a língua e eu fiz o mesmo.
Ao entrarmos no quarto, só esperei ela fechar a porta e fui logo atacando sua boca, beijando-a com ferocidade. Tiramos nossos casacos e ela deixou a bolsa pelo chão, fomos indo até o banheiro.
- Como não tem camisinha, não goza dentro tá?
- Será que eu vou conseguir? - fiz careta e a impulsionei pra sentar bancada da pia.
- Você vai ter que conseguir. - apertou meu rosto - Eu não tenho culpa se você não sabe se controlar.
- E eu não tenho culpa se tua mãe e teu pai te fizeram tão gostosa assim. - ela riu mordendo os lábios - Ah! Eu tenho camisinha na minha mala.
- Tem camisinha na sua mala, seu viado? - bateu no meu peito.
- Eu não pretendia usar sem você, mas trouxe por que nunca se sabe né?
- Nunca se sabe né? - meu deu outro tapa - Eu devia fazer uma greve agora, movimento segura a piriquita!
- Ô amor, fala isso nem de brincadeira. Cê vai traumatizar eu e meu amigo aqui. - riu maliciosa.
- Até que não seria uma má ideia deixar vocês dois sem, né!? Vai ter que fazer por merecer.
Ela desceu da pia e ia sair do banheiro, impedi que ela saísse e a prendi na parede. Sua respiração ficou acelerada e eu sorri, nossa aproximação era tanta que acho que ela pôde sentir meu volume roçar sua bunda. Eu estava fodidamente excitado, morrendo de vontade de tê-la, sentir seu corpo junto do meu e os arrepios que só ela me causava.
- Como? - voltei a beijar seu pescoço e ouvi ela suspirar - Como hein? Fala pra mim.
- Me mostra... Mostra o que você sabe fazer.
- Pode deixar. - sorri e a virei pra mim, lhe coloquei sentada outra vez e abaixei pra tirar sua bota, joguei pra fora do banheiro e dei o mesmo destino ao meu coturno e minha camisa.
Lhe beijava com firmeza e desejo, apertando sua cintura. Tirei sua blusa e sutiã, lambi, beijei e massageei seus seios, a fazendo gemer baixinho.
- Você sabe direitinho como me deixar louca.
Seu sorrisinho dizia o quanto ela estava gostando e sua declaração quase me fez explodir, pedi mentalmente para que meu membro se controlasse. Ainda não é a sua hora, camarada.
- Desce aqui, deixa eu tirar sua calça.
- Tira... - ela apertava forte meus ombros enquanto eu tirava sua calça, mordi sua coxa e ela grunhiu - Vou bater na sua cara.
- Cê não tá gostando? - beijei sua virilha e ela puxou meu cabelo - Ai, amor.
- Eu não tô aguentando mais, Luan. Vai logo!
- Calma, petita. - ri e ela puxou meu cabelo outra vez - Vou começar a te amarrar, maria luíza. Que nem no Cinquenta tons de cinza, aí eu quero ver se tu vai ficar puxando meu cabelo.
- Eu puxo outra coisa. - ri e levantei para beijar sua boca.
- Agora fica quietinha tá? Vou tirar sua
- Cala a boca e faz!
Tirei sua calcinha e comecei a beijar, passar e introduzir a língua na sua intimidade segurando em sua cintura para mantê-la pertinho, e ela agarrada em meus cabelos, como sempre. Minha menina se contorcia sob meus lábios e logo se derramou pra mim.
- Vou buscar a camisinha, amor.
- Não demora. - pediu de olhos fechados, escorada na pia.
Fui rápido e arranquei minha calça e cueca, me masturbei um pouco e vesti a camisinha.
Nos encaixei devagar, ela deitou a cabeça em meu ombro, rodeando os braços no meu pescoço enquanto eu movimentava nossos quadris, indo e vindo.
- Tão apertada. Meu Deus. - joguei a cabeça pra trás.
- Amor...
- Só mais um pouco, pequenininha.
- Vai.
Ficamos na mesma posição, quietos, e quando nossas respirações acalmaram, saí de dentro dela e joguei a camisinha no lixo, em seguida fomos pro box tomar banho.
- O que ia ser de mim sem você?
- Não sei, petito. Quando descobrir me conta tá?
- Eu não tenho interesse em saber, não quero ficar sem você. - fez carinho no meu rosto.
- Nem eu. Nunquinha, meu amor. - ri e seus lábios encontram os meus.


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"É tanto fogo, excitação. Incendeia meu coração, na hora em que eu te amo."
— Um brinde ao nosso amor.

3 comentários:

  1. CHAMA O BOMBEIROO
    gente meu Petitos tava doidinhos bshsvzbzvxb isso sim é um hot hnsjzbzbd Vivi esse superou o primeiro hein?! Vamos ver se o próximo supera esse! Quero mais, obrigada de nada! xoxo

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  2. "vou tirar sua roupa aqui e a gente vai trepar na neve." KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Perua, queisso? Gostou de fazer hot né safada? Quero mais hots visse? Visse
    CONTINUAAAAA PERUAAAA

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  3. Hot *-------* Amo amo amo
    Ai MDS eles são tão fofos
    Continua

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